No transcurso do século XX, novas tecnologias geraram o que se convencionou chamar de mídia, isto é, o conjunto de meios de comunicação em suas variadas manifestações, o rádio, o cinema, a televisão e, mais recentemente, a internet. Essa mídia, tornou-se componente fundamental da estrutura social, formada que é por meios de comunicação de massa.
A submissão da mídia ao poder do dinheiro é um fato, não uma suposição. Os meios de comunicação privados nada mais são do que empresas que visam lucro e, competem entre si, sujeitam-se a interesses que, em grande parte das vezes, não são os da coletividade, mas os de grandes e poderosos grupos econômicos, que lutam na abrangente concorrência cotidiana de conseguir conquistar o público,adquirir a audiência necessária para se tornar cada vez mais, a mais popular, a mais famosa, A MELHOR!
A chamada convergência de mídia, diz respeito também à substituição das diversas formas de mídia existentes hoje e as que poderão vir no futuro. Qual aparelho deve consolidar o rádio, televisão, computador, jornais, telefone etc?
Ao invés de querermos adivinhar se as pessoas vão assistir tv nos PCs ou se vão navegar na internet em seus televisores, ou se ainda o acesso móvel irá superar o fixo, devemos imaginar que todas essas possibilidades existirão e que as próprias pessoas deverão compor seu portfólio de alternativas de acordo com a renda, idade, região, cultura... Ou seja, não faz sentido assumir que existirá um único aparelho capaz de substituir todos os outros.
Concluindo, a idéia de convergência existe enquanto padronização de formatos, linguagens, métodos, processos. Ou seja, a possibilidade de se digitalizar os mais diversos tipos de informação está possibilitando a padronização e , consequentemente, a convergência. Para mídia, entretanto, é preferível pensar na escolha das pessoas, o que nos permite concluir que é muito mais provável que ocorra um processo simultâneo de convergência e de divergência de mídia.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
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